Um dia belo, algumas estrelas, a correria de sempre, despedidas e cumprimentos.
Não me sinto confiante, desconfortável por trás desse cabelo mal arrumado e essa roupa velha, mas feliz.
A batalha de todos os dias, as mesmas pessoas, os mesmos assuntos e não mais estou no mundo da lua.
Atenta pela primeira vez, consigo viver cada segundo e apreciar cada momento que a vida me proporciona. Nervosismo.
Nervosismo esse que mantém acordada até altas horas, mas que não me abandona pela manhã, fazendo com que eu fique atenta a cada sorriso que a vida me dá, e às caretas que ela me faz também. ( Mas com as caretas nem me preocupo mais, aliás “um beijo caretas lindas, vocês me enobrecem” ).
E então, eu sinto que apesar de eu não ser a pessoa mais linda e mais inteligente existem as pessoas que me amam, que são poucas, mas me fazem bem, algumas nem sempre, mas eu sei que me amam, e que estarão do meu lado quando eu precisar.
E nessa vida que às vezes se faz tão monótona, e que nos testa pra saber do que somos capazes, . O que no fundo é o amor que todos nós sentimos que é como um diamante bruto que deve ser trabalhado para que seja pleno que seja paciente, benigno, que não inveje e não busque os seus próprios interesses, não se irrite, não se alegre com a injustiça, mas se regozije com a verdade. Pois, E ainda que eu tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
Atenciosamente,
Elanocaos!
