Na sombra, especificamente no abismo do medo
É possível se ver o íntimo, o absoluto,
Desde a íncrivel infância cheia de bondade, amor e felicidade
Até a podridão que envenena o ser.
Na morada da morte,
Que age como a maior droga de todos os tempos,
É impossível sair inabalado,
Sempre há sequelas, resquícios de dor e sofrimento.
E dói,
Sempre irá doer,
Mas há no céu um Deus que resgata, um Deus único,
Que lava todas as dores, que destrói abismos
Que cura.
Não importa o grau do fracasso,
Ou a intensidade do vício,
Deus liberta e levanta,
Por amor, somente.
Seja treva ou luz,
Que sempre lhe seja claro

